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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Crítica: Deixe-me Entrar

Em 2008, o mundo se encantou com a fábula de horror romântica que o sueco Tomas Alfredson levou à tela grande, através do roteiro impecável de John Ajvide Lindqvist, que o baseou num romance de sua própria autoria.

Era sobre um menino que sofria bullying na escola e em casa não tinha muito suporte da mãe. O menino encontra consolo na nova vizinha, que ele mal poderia imaginar tratar-se de uma vampira, protegida pelo suposto pai – o encarregado de sair às ruas em busca de “alimentação” para a filha.

Como toda história original de horror que seja feita fora dos EUA e que teria potencial para ser uma grande sucesso – mas não o é por falta de distribuição decente –, a grande indústria logo tratou de comprar a ideia e fazer o seu tradicional – e quase sempre pavoroso – remake. Por sorte, o projeto foi assumido por Matt Reeves, que já tinha mostrado alguma criatividade com o interessante “Cloverfield”.

Mas criatividade não é, definitivamente, a maior qualidade da direção de Reeves em “Deixe-me Entrar”. Esta reside no bom senso dele, em manter quase todas as cenas do original e literalmente refilmá-lo. Pode parecer limitado, mas era o melhor a ser feito.

A história, que definitivamente não se resume ao horror, desta vez se passa na região de Los Alamos (EUA), no mesmo inverno que possibilitou Hoyte Van Hoytema entregar um belíssimo trabalho de fotografia no original, mas que desta vez se resume à tentativa de preservação do que já era bom.

É sabido que em time que está ganhando não se mexe, então por que não deixar que só um filme exista? Já não faz sentido refilmarem obras tão precocemente (somente com o pretexto de maior arrecadação em bilheteria), quiçá fazer uma cópia tão... cópia.

Felizmente, nem só de fatores-aquém vive “Deixe-me Entrar”. Michael Giacchino dá um upgrade na trilha sonora, ainda que exagere em momentos de suspense; Richard Jenkins (o pai da vampirinha) dá o ar de sua graça em mais um trabalho de coadjuvante de luxo de sua carreira e Chloe Moretz prova que sua carreira não se resume à elogiada Hit Girl de “Kick Ass”, deixa a afetação de lado e faz uma menina de dicotomia equilibrada entre a doçura e a violência advinda das suas necessidades animalescas.

Deixe-me Entrar” pode não ser mais nenhuma novidade, mas tem um roteiro tão bom que nem deixa brechas para ser estragados. Nem mesmo a cópia da cópia desgasta a sua escrita.

Trailer:

(Let me In, Inglaterra/EUA, 116 minutos, 2010)
Dir.: Matt Reeves
Com Chloe Moretz, Richard Jenkins, Kodi-Smit McPhee
Nota 7,5

6 comentários:

Frederico Franz disse...

Quando eu vi “Deixa Ela Entrar” pela primeira vez, fui recomendado por amigo que disse exatamente as palavras presentes no começo de seu texto: “fábula de horror romântica”. Assisti ao filme, adorei, pensei e conversei bastante e só posso chegar a uma conclusão. O filme não poderia se encaixar nas três categorias ao mesmo tempo. Sendo assim, ele é de fato uma fábula de horror, mas, definitivamente, ele não é romântico. Sendo romântico, só mesmo da segunda geração, com aquele gosto “vampirico” pela morte e aquela melancolia eterna. Acho que pensar nesse filme, especialmente o sueco, como romântico é enxergar a personagem título por apenas um ângulo. Ela é também cruel, manipuladora, controladora, egoísta, aproveitadora, desumana e com um instinto de sobrevivência de fazer inveja em qualquer animal do National Geographic. Difícil concatenar toda essa maldade com romantismo.

Fred Burle disse...

Frederico, eu reconhecer esta história como fábula de horror romântica implica que eu a vejo por mais de um ângulo. Isso se confirma no fim do texto, quando escrevo que a menina tem personalidade dicotômica equilibrada. Nisso você parece concordar comigo. Ao mesmo tempo que ela transparece doçura, é também cruel e possui violência animalesca. Eu consigo concatenar os dois lados.

Abraço

Kahlil Affonso disse...

refilmagem desnecessária, já que o original é maravilhoso... por isso é incrivel ver que matt reeves conseguiu realizar um longa bastante satisfatorio

http://filme-do-dia.blogspot.com/

Sophia Lima disse...

Fred, eu amei demais essa imagem da capa do filme. Fiquei com muita vontade de assisti-lo. Quem sabe, ao menos ele consegue recuperar a imagem deturpada que fizeram do vampiro (Saga Crepúsculo).
Apesar de eu não gostar muito dessas histórias vampirescas, quero assistir a esse filme. MUITO!!!

bjo

Fred Burle disse...

Kahlil, só de terem usado de bom senso e manterem o clima e sobriedade do original, já foi um grande mérito.

Sophia, o pôster é lindo, né?! Esqueça a malfadada saga de vampiros teen e assista este. Ou melhor, assista o original sueco, que é fácil de encontrar em locadoras no Brasil. Você verá o que é um verdadeiro filme de vampiro.

Abraços para os dois!

Adriano disse...

detesto terror, adoro suspense, mas esse filme realmente me cativou ... adorei ...

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