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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Crítica: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres


Stieg Larsson nem chegou a ver o sucesso de suas obras. Morreu de infarto logo após ter entregado os originais para a editora. Disseram até que ele havia sido morto por grupos extremistas de direita, de quem sofreu ameaças quando era editor da revista Expo. Os boatos geraram ainda pano para manga e rapidamente os seus livros tiveram exposição na mídia e caíram no gosto do público.

A trilogia Millenium já vendeu mais de três milhões de exemplares só na Suécia e já foi editada em mais de 40 países. Sua leitura fácil e seu estilo - de suspense policial - o fez ser comparado às obras de Agatha Christie, o que não deixa de ser uma boa comparação.

A primeira parte, Os Homens Que Não Amavam as Mulheres – cuja tradução mais ao pé-da-letra seria “Homens que Odeiam Mulheres”- tem como protagonista um jornalista, Mikael Blomkvist, condenado por difamação contra um ricaço sueco. Antes de ir preso, ele investiga o caso de Harriet Vanger, que desapareceu há trinta e seis anos na Ilha de Hedeby. Ele recebe a ajuda de Lisbeth Salander, uma jovem e misteriosa hacker, de passado obscuro. Lisbeth acredita que ele seja inocente e fará de tudo para provar isso, além de ajudá-lo a solucionar o caso do desaparecimento.

Apesar de ser fiel ao livro, segundos os críticos que o leram, o filme beira o simplório. Sua trama, no cinema, não funciona tanto quanto pode ter funcionado nos livros, já que a narrativa imagética torna tudo mais arrastado, os fatos demoram a ocorrer e quando ocorrem, saem truncados e sem emoção.

A montagem parece ter pena de cortar cenas desnecessárias ou medo de desagradar leitores fanáticos, que poderiam se revoltar por este ou aquele fato não terem sido retratados. Flashbacks descabidos e um clímax que vem muito tempo antes do filme acabar prejudicam o envolvimento do espectador com a trama, que retoma-se sempre que parece concluída.

Noome Rapace, jovem atriz que interpreta Lisbeth possui uma beleza exótica, calculadamente desarrumada. Seu visual e sua compenetração adequam-se perfeitamente à personagem, cujos motivos para ser arredia são explicados aos poucos e inicialmente por cenas sexuais fortíssimas, mas bem ensaiadas. Infelizmente, sua atuação não é suficiente para salvar o longa.

Os Homens que Não Amavam as Mulheres fez sucesso nas bilheterias européias e tem se dado bem nos EUA, mas não me parece o tipo de filme que fará sucesso no Brasil, mesmo com seu ar de folhetim e seu “final surpresa” de novela.

As outras duas partes da trilogia já ficaram prontas e estrearam na Europa no fim do ano passado. Não espero muita coisa delas. Uma refilmagem já foi providenciada por Hollywood e pela primeira vez, gosto da ideia, pois o projeto será dirigido por David Fincher (Clube da Luta; Zodíaco), que tem capacidade de sobra para fazer desta uma grande obra policial.

Trailer:

(Män Som Hatar Kvinnor, Suécia/Dinamarca/Alemanha/Noruega, 158 minutos, 2009)
Dir.: Niels Arden Oplev
Nota 5,0

15 comentários:

Maah disse...

Sua leitura fácil
---
Nunca! O livro é super complexo,principalmente o 3º!
E eu ja vi uma parte do primeiro filme no computador,e não gostei muito mesmo,acho que deixou a desejar....Mas super recomendo o livro,é muito bom!

Fred Burle disse...

Maah, o fato de a história ser cheia de detalhes, não implica que a leitura seja difícil. Conheço quem já tenha lido o livro e que também recomendam. Não duvido que seja bom.

Abraço

simone naves disse...

O livro é de leitura muito fácil, cheio de tramas e persongens, mas em momento algum ele é complexo. A trama é envolvente e te deixa preso ao livro até o fim. Gostei também do filme.

Fred Burle disse...

Simone, que bom que o filme não te decepcionou. Não é mesmo de todo ruim. Mas eu não achei nenhuma maravilha...

Hannah disse...

Adorei o filme! Ainda não tive o prazer de ler o livro, mas pretendo.
A história da Lisbeth ficou um pouco perdida, pois aparece ela matando o cara e tal, entende-se que ela é pertubada por causa daquilo, mas não diz quem é a pessoa, ou por quê ela fez aquilo, ou de repente eu que não entendi.
Mas enfim, eu gostei bastante do filme.
Só achei algumas cenas desnecessárias, mas aí de repente algumas pessoas reclamariam.

Fred Burle disse...

Hannah, ainda bem que você reconhece que o filme é cheio de falhas, apesar de você ter gostado. Eu também me simpatizo com alguns filmes que tecnicamente não são bons. Boa leitura dos livros para você!

Elda disse...

Estou devorando o primeiro livro e gostando muito, quero ler todos. Mas acho que não vou assistir, só quando for dirigido pelo David Fincher, esse é bom!

Fred Burle disse...

Elda, você faz muito bem. Ponho minha mão no fogo como o Fincher fará uma obra muito melhor.

Anônimo disse...

O filme é muito bom. Não deixem de assistir. Claro que o Fincher pode melhor, mas este que está nas locadoras não deixa de ser uma baita diversão.

Monique Pacheco disse...

Eu amei o livro e gostei muito do filme. Tenho preferência por filmes europeus, que apresentam sons naturais, fotografia de excelência, trilha sonora emocionante, luz e sombras além de um enquadramento bastante diferente dos 'hollywoodianos'. E diferente daquilo mencionado acima, o filme apresentou diversas diferenças em relação ao livro. Eu desejo imensamente que David acerte, pois a estória é maravilhosa, mas um filme sueco sempre será mais apreciado do que um norte-americano, minha humilde opinião, apenas questão de preferência.
Recomendo leitura e filme.

Fred Burle disse...

Monique, eu também gosto muito de cinema europeu, mas acho exagero dizer que filmes suecos serão sempre melhores que hollywoodianos. Há casos e casos. Mas como você, é questão de preferência.
Obrigado por deixar o seu comentário!

Eduardo disse...

Realmente gosto não se discute. Prefiro o estilo europeu no lugar dos enlatados americanos.
E este filme e para quem tem pelo menos mais de dois neuronios. O filme é muito bom.

Sergio Elias disse...

Gostei muito do livro. E o filme não me decepcionou, embora, evidentemente, pelas circunstâncias, já conhecia o final. Achei o filme, principalmente as características dos personagens, bastante fiéis ao que imaginei.

Fred Burle disse...

Sérgio, se você diz que o filme foi fiel ao livro, isso já pode ser considerado um ponto positivo. Em mim, não me fez ter vontade de ler o livro.

Abs

Laura disse...

Engraçado.. o filme do Fincher estreiou e eu, que já assisti a versão sueca, não estou com a mínima vontade de vê-lo no cinema. Pode ser preconceito meu com Holywood, mas o europeu me bastou.. Primeiro pelo charme da língua, depois pela leitura crua e sem delongas.. e, claro, pelas surpresas da trama (tá, o final foi bem novela... mas td bem!)

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