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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Crítica: Alice no País das Maravilhas


Subversivo diretor de histórias conhecidas (Planeta dos Macacos; A Fantástica Fábrica de Chocolate), Tim Burton trás às telas, desta vez, uma fusão dos livros de Lewis Carroll – “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas” e “Através do Espelho e o Que Alice Encontrou Por Lá” – roteirizada por Linda Woolverton (O Rei Leão; A Bela e a Fera).

No filme, Alice retorna ao mundo subterrâneo que visitou há treze anos, quando ainda era uma criança. Lá, reencontrará personagens como o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp), o Coelho Branco e a Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter).

É sabido que Tim Burton não gosta de apenas refilmar histórias. Ele conta a sua versão. Geralmente, o resultado é uma versão mais “apimentada”, sombria. Neste caso, isso não acontece.

O novo “Alice...” continua com o aspecto macabro das histórias originais, seus personagens mantém a essência alucinógena de noção entre o que é realidade ou o que é imaginação, mas o dedo que imperou nesta produção foi o dedo Disney e não o dedo Burton, ou seja, o programa a ser encontrado nos cinemas será muito divertido, mas nada corajoso e com o máximo de lições de moral possível.

A versão em 3D continua com os problemas de sempre: a nitidez ainda não é a mesma que a de uma projeção digital, por exemplo, e o brilho ainda não atinge sua melhor regulagem, pois os óculos 3D tornam a imagem mais escura do que o normal. Mas nada que atrapalhe a sensação ótima de imersão que o formato proporciona, com planos excelentes de plateia da festa de noivado de Alice, destacando cada fileira de pessoas, num imenso corredor de gente cercado de plantas. A sequência em que Alice caiu no buraco da árvore para encontrar a portinha de entrada para Wonderland é vertiginosa e arrisco a advertir os espectadores de estômago mais frágil. Eis um dos poucos momentos em que percebe-se o mão criativa de Tim Burton.

Outra fato que sempre ocorre entre as parcerias Tim Burton X Johnny Depp é o destaque absoluto para o ator, que rouba a cena com talento que impressiona. Depp sai-se muito bem como o Chapeleiro Maluco – exceto por protagonizar uma cena de dança patética, de dar vergonha alheia –, mas finalmente chegou a vez de Helena Bonham Carter (esposa e atriz constante nos filme de Tim Burton) ter os olhos do público voltados para ela. Sua versão para cabeçuda Rainha Vermelha (ou Rainha de Copas) é a típica vilã empática: é sarcástica e engraçada, com a patetice e o deprimente jeito desconjuntado escondidos na perversidade de seus atos desesperados e sua histeria sem fim.

A qualidade da produção, os cenários computadorizados, os figurinos maravilhosos (reparem na quantidade de trocas de roupa de Alice) e o cuidado com os efeitos 3D ressaltam e fazem deste um programa bem divertido e que fará os adultos reviverem a imaginação – e o medo dos personagens – da época em que leram os livros de Lewis Carroll.

Só isso já vale o ingresso, mas só isso não fazem de Alice no País das Maravilhas um filme “maravilhoso”.

Alice no País das Maravilhas

(Alice in Wonderland, 108 minutos, EUA, 2010)
Dir.: Tim Burton
Com Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Mia Wasikoswska, Anne Hathaway

Nota 7,5



14 comentários:

Kinho disse...

Acabei de ver este filme no cinema, e tenho q discordar de você.
O maior erro do filme foi ter tentado passar no filme os 2 livros, isso deixou o filme com um "ar apressado", muita coisa à fazer em pouco tempo.
Já o 3D, não estava la essas coisas, tiveram filmes melhores (Olha que eu vi no melhor cinema 3d de são paulo).

Eu não recomendo o filme à ninguem, muita propaganda com pouco resultado.

Sophia Lima disse...

Gostei muito do filme principalmente porque: é dirigido por Tim Burton ( meu diretor favorito), tem Johnny Deep, Helena Bohan Carter, Anne Hathaway atuando.
O cenário é fantástico. Danny Elfman fez um trabalho incrível como ele sempre faz. Figurino maravilhoso. Efeitos fantásticos...

Hum, o comentário que vc colocou da dança realmente é super sem graça, o momento da dança é totalmente importuno, ridículo, parece que o filme foi "cortado" ali só pra mostrar a dança e depois voltou. Porém pior do que a dança de Johnny foi Alice ter dançado depois, achei aquilo horrível.

Muito bom! Mas, sinceramente, esperava mais.

bjo

Victor disse...

Alice in Wonderland, de Tim Burton, é mais descartável que copinho plástico. 1/3 do filme é uma zombaria do tamanho da cabeça de Rainha Vermelha. Lewis Carroll criou um universo, de fato, maravilhoso e Tim Burton o transformou numa coisa fria e cheia de mensagens erradas. A atriz que faz a Alice tá longe de parecer uma menina cheia de imaginação. Essa Alice tá mais pra Noiva Cadáver. Pior, aos 19 anos, ela já traça planos pra colonizar parte da Ásia. Enfim, preconceituoso e conservador. Tão cheio de efeitos e talentos (Johnny Depp, Anne Hathaway) e TÃO ultrapassado.

Fred Burle disse...

Kinho, eu concordo com o seu posicionamento de que as duas histórias ficaram superficiais, pelo pouco tempo para mostrá-las.
Ainda assim, achei o filme um bom entretenimento. E mais nada.

Sophia, acho que todos esperavam muito mais. Este é o problema de se fazer tanto marketing. A expectativa é sempre maior do que o que o filme pode oferecer.

Victor, essa coisa da colonização da Ásia eu também achei uma piada de péssimo gosto. E agora que você falou, percebo que Alice tem mesmo semelhança com a Noiva-Cadáver. Mas paciência. Ambas são filhas de Tim Burton (sim, porque esta Alice não é, definitivamente, a de Lewis Carroll e sim, do diretor).

Fiu disse...

Fred disse tudo. O filme pra mim foi legal mas cadê a inventividade do Tim Burton? Realmente a Disney que meteu o dedo no filme. Senti falta do freak Tim Burton de antes.
Johnny Depp e Helena Bonham Carter estavam ótimos mesmo, mas aquela cena de dança realmente foi vergonha alheia. Aquela de tirar o óculos 3D e tampar a cara haha.
E realmente, resgatei medos da infância com aquele gato macabro. Nunca gostei do Ches.

Magno disse...

Fred, demorei a postar. Estava sem tempo. Mas aqui estou.
Bom, vou logo dizendo que não partilho da opinião de Sophia. Tim Burton não é o meu diretor favorito. Apesar de eu gostar muito dele e considerá-lo um dos melhores. Mas vamos ao filme... Achei-o bom. Posso dizer que um pouco mais que bom. Mas não passa disso. Criei uma grande expectativa e acabei um pouco frustrado. Mas acho que isso é normal, esperar demais e ver que não é tudo aquilo. Mas não vou dizer que o filme é ruim. Em breves momentos o roteiro esteve estranho e nesconexo, mas foram breves momentos. Amei os efeitos visuais, tudo muito perfeito (eu achei). A trilha sonora é realmente pausível. O trio Depp-BonhamCarter-Hathaway está simplesmente deslumbrante, soberbo, perfeito, enfim, maravilhoso. A Mia é bem jovem e inexperiente, por isso não me frustrei muito. Atuação "bestinha" a dela. Eu preferia uma Alice atípica e mais velha feita pela Bonham Carter! Maluquice minha, mas seria perfeito. Meu personagem preferido é a rainha Vermelha, tanto é que saí do cinema dizendo "Cortem as cabeças!" Rsrs! Amei a delicadeza das cenas "brancas", sensacional. Há que se elogiar o trabalho incrível feito com o figurino. E os cenários... Meu Deus, adorei todos. Alguns detalhes são absolutamente Tim Burton. Lamento muito, muito mesmo não ter ouvido a voz marcante do Alan Rickman (assisti dublado). Oh ódio que me consome! Rsrs! Mas isso ainda muda, sou brasileiro e não... Achei meio estranho o Valete, e muito superficial. E o exército de cartas podia ser mais caracterizado, nem parece que é um baralho. Aquela cena de dança é estupidamente ridícula, e Alice imitando depois é bizarro, pois nem isso a Mia conseguiu fazer direito. Durante um breve lapso olhei pro Chapeleiro e vi Willy Wonka, num momento em que ele diz "Mente..." e fica divagando igual a Wonka, "Pai...". Achei esse "empréstimo" até legalzinho. O Johnny é maravilhoso, um dos melhores do mundo! Por falar nele, Fred, laconicamente, o que você achou de O Libertino? No fim das contas, gostei do filme. Mas só gostei e pronto. Tim ainda tem minha "devoção", apesar de não ter sido felicíssimo nesse filme. Valeu Fred. Amplexos. P.S. Acho que escrevi demais. Rsrs!

Fred Burle disse...

Fiu, eu gostava mais do Burton pré-Disney. Eu senti o Burton somente na queda da árvore, o que é muito pouco...

Magno, a Sophia elogiou, elogiou, mas no fim compartilhou da sua opinião, afinal, assumiu que esperava mais. Na verdade, percebo que ambos concordaram comigo. O grande inimigo deste filme foi a expectativa maior que o resultado. Eu também preferiria uma Alice mais esperta, porque é assim que ela vive na minha memória de infância.
Quanto ao Libertino, eu não gostei. Lembro que achei enfadonho, mas não posso opinar com mais detalhes, porque vi no cinema e não lembro de muita coisa... pra você ver como ele não teve muita importância para mim...

Abraços

Magno! disse...

Fred, concordo plena e integralmente com você. Vou tentar não criar muita expectativa antes de assistir aos filme (principalmente no cinema). Quanto a O Libertino, é um filme bem controverso. Comprei (original, claro, já viu colecionador de filmes piratas? Rsrs!) meio que por impulso, nunca tinha ouvido falar, e não me arrependi. Muita gente gosta e MUITA gente não gosta. Eu gostei. Nem sei bem direito o porquê. Talvez por ser um drama daqueles bem verdadeiros, um super-drama. Mas também confesso que é um filme difícil de assistir. É só pra quem gosta de dramas "pesados" e, de certa forma, enfadonhos. Quem gosta de comédias românticas tira antes do meio, até mesmo por ser um pouco longo. A atuação de Depp é uma coisa "insana", ou seja, perfeita. O filme mostra bem a degradação total de um homem, em seu sentido mais generalizante. Já li muitos comentários como "um filme repugnante"; "insuportável e parado"; "não precisava aquele exagero todo". Mas, como já disse, gostei muito. Meu gosto pra flmes é bem estranho, confesso que não sou eclético, apesar de saber valorizar o que é bom, mesmo não amando. E drama (o mais triste possível) é meu gênero preferido, e admito que os "parados", mas com uma boa história, têm maior admiração de minha parte, não sou muito fã de filmes dinâmicos. Quase nada me dá mais prazer do que ficar sentado 3h00 ou mais assistindo a um dramão (e me acabando de chorar, rsrs!). E, não sei se você concorda, mas ter uma boa história não é sinônimo de dinamismo. Valeu Fred. Você sempre tão atencioso e eu sempre escrevendo demais. kkk... Amplexos

Fred Burle disse...

Magno, eu concordo que dinamismo não seja sinônimo de boa história e vice-e-versa. Sou mais eclético que você, mas este filme não caiu no meu gosto. Concordo mais com as críticas que você leu do que com o seu ponto de vista sobre o filme, apesar de te entender.
Abs!

Juliana disse...

Sugiro a vocês que releiam os livros e revejam o Alice da Disney. Comparações sem sentido. Se esperavam uma Alice mais animada, não deveriam assistir filmes de Tim Burton e se leram os livros, deveriam saber que esperteza nunca foi o forte da personagem. As cenas mais marcantes das histórias estão todas ali e a expectativa tão grande que vocês criaram não tem fundamento nos livros de Lewis Carrol. Abraço!

David disse...

Ao meu ver o filme careceu de filosofia e significado, sei lá do que eu to falando, na verdade eu nem conheço a história de Alice no pais das maravilhas, mas eu achava que seria algo mais envolvente, filosófico, pensei que sairia da sala pensativo, criando questões em minha cabeça sobre a realidade e a fixão. Caramba! O filme não tem nenhuma frase interessante, no final das contas parece que o diretor tentou fazer um filme de ação, mas mesmo assim, nem pra um filme de ação isso ficou bom, a sequência das cenas é totalmente sem energia, sem empolgação, sem nada, o Chapeleiro Maluco nem é tão maluco, o momento da grande dança foi ridículo.

Fiquei realmente decepcionado.

Fred Burle disse...

David, é bem por aí. O livro é cheio de significados, já o filme...

Anônimo disse...

Achei o filme ridiculo , quem estuda alice no pais das maravilhas conhece os detalhes que a obra carrega oque tim burton fez foi resumir uma obra fantastica e cheia de enigmas que se desenrolam ao longo da historia ele deu as resposta logo de inicio e nao preservou o clia misterioso, a atuaçao da protagonista foi pessima, ela nao expressou a curiosidade que alice tinha , a impressao q ela passou foi de uma menina deprimida ( exatamente o oposto de alice que era uma menina curiosa, feliz e inteligente) , tim burton foi um otario ao fazer esse filme , ele deu uma bela facada na historia do filme, quem admira alice sabe ...

grisislas disse...

Oh, como é bom que Johnny Depp queria seguir na sequela, acho que nenhum outro ator poderia fazer o Chapeleiro Maluco! Eu não posso esperar mais! Eu quero ver a segunda parte!

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