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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Crítica: Amor Sem Escalas



Ryan Bingham passou anos em escalas aéreas, visitando diversas cidades a serviço de empresas em crise. Seu trabalho: demitir pessoas. Sua filosofia de vida: viver sem amarras sentimentais. Para ele, tudo o que você precisa pode ser guardado numa mala de mão, teoria explicada pelo próprio em suas palestras. Seu grande objetivo: atingir 10 milhões de milhas voadas.

Mas exite uma grande ameaça para que ele não alcance a tal meta: seu chefe está para aprovar o projeto de uma funcionária novata, que propõe ações que poderão baratear e otimizar os serviços prestados pela empresa, o que significaria que Ryan não mais trabalharia “voando”.

Jason Reitman, diretor de Juno e Obrigado Por Fumar, oferece ao público, com este Amor Sem Escalas, mais uma história com ares de inovação, em que o tema maior a ser discutido são as relações entre as pessoas e como a tecnologia pode ajudá-las ou atrapalhá-las, tanto no âmbito pessoal quanto no âmbito profissional.
 
Seus dois personagens principais (Ryan e a novata, Natalie) são conflituosos entre si e por si só incoerentes, características indispensáveis para pessoas comuns. Enquanto um prega o distanciamento da família e a necessidade do corpo-a-corpo ao tratar de relações trabalhísticas, a outra é convicta de que é preciso construir uma base familiar para ser feliz, mas acredita que, no trabalho, quanto mais distantes emocionalmente os funcionários estiverem daqueles que os demitem, mais prático e mais fácil será o trabalho.

Com um roteiro original competente e com diálogos inteligentes, o filme suscita debates, sem falsos moralismos, sobre o embate da tecnologia com as relações humanas, numa excelente parábola moderna dos valores familiares, amorosos e profissionais.

O elenco sai-se muito bem, cada qual com seu personagem cheio de ambiguidades e válvulas de escape às quais recorrem para escapar da realidade. George Clooney é sutil e não precisa de ataques histéricos ou cacoetes para impressionar, assim como a jovem Anna Kendrick (Crepúsculo). Mas quem rouba a cena é Vera Farmiga (O Menino do Pijama Listrado), em mais uma atuação competente, como a mulher perfeita para Ryan, descolada e sem intenções sentimentais. 
 
Amor Sem Escalas é um filme nos moldes do Oscar, mas que exala novidade, sem apelar para emoções fáceis. Um ótimo programa para o fim de semana.

Trailer*:
*A crítica filmada encontra-se aqui




(Up in the Air, EUA, 110 minutos, 2009)
Dir.: Jason Reitman
Com George Clooney, Anna Kendrick, Vera Farmiga, Jason Bateman

14 comentários:

bruno knott disse...

Ótimo filme. E é isso mesmo, a grande virtude do Clooney aqui foi ter uma atuação marcante, mesmo sendo sutil.

E a Vera Farmiga de fato está bem. Bela atriz.

Fred Burle disse...

Bruno, não acho a Vera bonita de fato, pelo menos neste filme. Acho-a com uma beleza marcante, por ser inteligente e madura, sei lá. Os dois devem ganhar suas indicações ao Oscar...

Rafael Carvalho disse...

Esse eu devo ver logo, logo. O trailer me atraiu muito, mais do que eu imaginava.

Fred Burle disse...

Rafael, assista à crítica filmada! Acho que você se interessará ainda mais pelo filme. Me diga o que achou depois!
Abraço!

Anna K. Lacerda disse...

Apertem os cintos e boa viagem!

Vander Resende disse...

“Imagine que tudo que você possui caiba em uma mochila”. Esse é um desafio que Mr. Ryan Binham propõe.
Interpretado por George Clooney, em “Up in the air”, sofrivelmente traduzido como “Amor sem escala”, esse senhor de meia-idade é o nômade pós-moderno por excelência.
Alguém que erra constantemente; não se vincula a pessoas, coisas ou lugares; dribla a crise global de desemprego e as novas relações trabalhistas internacionais; flana em meio às restrições cada vez mais rígidas aos viajantes, nos aeroportos internacionais.
Nesse processo, o Hilton Hotel, a companhia aérea na qual completa 10,000,000 de milhas de vôo e os Aeroportos são os únicos lugares em que se sente em casa, entre belas comissárias de bordo; gigantescos seguranças; scanners e; vistorias (em que precisa retirar roupas e sapatos e expor todos os seus pertences).
Se após a metade do filme, a narrativa parecer começar a se tornar uma comédia romântica, tente suportar o retorno para casa e para a família de Ryan Binham, vale a pena.
Vander Resende

Amanda Aouad disse...

Concordo com Vander, a tradução em português nunca foi tão infeliz, afinal o mote do filme não é esse. Up in the air condiz muito mais. Gostei do filme, principalmente por seu texto ferino, sempre nos dando rasteiras nas certezas da vida.

abraços

Fred Burle disse...

O roteiro é ótimo mesmo, Amanda! Eu acho que deve levar o Oscar da categoria. Mas também só esse! rsrs
Quanto à tradução, até evito comentar sempre sobre isso, porque é um problema e me irrito fácil.
Bjo!

Mr. Dalloway disse...

Gosto do filme, acho ele meio despretensioso. Mas não sei porque, não gosto do Clooney. Acho ele muito metido a galã, não importa o papel.Por outro lado, as mulheres do filme estão ótimas.

Fred Burle disse...

Mr Dalloway, eu também acho o Clooney metido a galã, mas gosto dele, especialmente em filmes mais descontraídos.

Sophia Lima disse...

Gostei muito filme e ainda mais do roteiro. Fantástico! Amei aquela conversa que Clooney tem com Farmiga quando eles se conhecem no bar.
Acho que o que mais me atraiu nesse filme (além de George Clooney, é claro, rs) foi o roteiro, meu Deus, fantástico!!!!!
Muito bom...
bjo

Fred Burle disse...

Sophia, eu gosto bastante deste roteiro. Agora me diga: foi justo Preciosa ter levado o prêmio desta categoria no Oscar, no lugar deste?
Para mim, nem de longe...

Sophia Lima disse...

Fred, eu ainda (infelizmente) não assisti Preciosa, portanto, não posso comentar nada sobre ele ainda. Mas eu realmente torcia por esse filme, a história me encantou muito, mas quanto ao roteiro não posso comentar.
Quando eu assisti eu volto aqui e deixo meu comentário.

bjo =)

Fred Burle disse...

Beleza, Sophia!
Vou esperar.
Beijo

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